SERVIÇOS
CONSELHOS ÚTEIS
EQUIPA
URGÊNCIAS
NOTÍCIAS
NOVIDADES
CRIADORES
PROMOÇÕES
ADOPÇÕES
GALERIA
LINKS
CURIOSIDADES
PERDIDOS E ACHADOS
MAPA ACESSO
CONTACTOS
INSTALAÇÕES
MORADAS ÚTEIS

Conselhos Úteis


Cães | Gatos | Animais exóticos | Zoonoses | Exóticos - Aves Passeriformes | Exóticos - Aves Psitaciformes | Exóticos - Répteis | Exóticos - Mamíferos
Exóticos - Aves Psitaciformes

Periquito


O periquito é uma das aves de gaiola mais populares no nosso país. Estas pequenas aves podem atingir a idade de 18 anos. São dóceis e fáceis de domesticar. As capacidades vocais dos periquitos são muito variáveis, podendo alguns exemplares emitir pequenas palavras.

Alojamento e manutenção
Os periquitos adaptam-se a uma grande diversidade de alojamentos, desde gaiolas a aviários, podendo viver no interior ou ao ar livre. Apesar de pequenos, são muito robustos e resistem perfeitamente ao Inverno do nosso país. Trata-se de aves muito sociáveis, que podem ser alojados em casais ou em grupos, que podem incluir aves de outras espécies. Também é possível manter uma ave sozinha, mas isso exigirá uma dedicação muito maior por parte do dono, porque esta espécie necessita estabelecer laços sociais com outros indivíduos.
Os poleiros devem ser de madeira e possuir diāmetros variados, de modo a evitar a ocorrência de lesões nas patas. Devem ser no mínimo dois e estar dispostos com orientações variadas.
Os periquitos gostam de tomar banho. Para o efeito, deve colocar- -se uma tina com água limpa na gaiola ou borrifar as aves diariamente. O banho é particularmente importante durante a mudança da plumagem.
Também pode colocar brinquedos na gaiola, para que as aves se entretenham. O fornecimento de brinquedos é especialmente necessário para os periquitos que vivem sozinhos.

Alimentação
A base da alimentação dum periquito é constituída por uma mistura de sementes comercializada para estes animais. Esta dieta dever ser suplementada, diariamente, com sementes germinadas, rebentos de soja, vegetais variados (ex: bróculos, grelos) e fruta diversa (maçã, pêra). Os frutos secos também são muito apreciados, mas não devem ser fornecidos em grande quantidade, porque conduzem rapidamente a obesidade. Também se pode disponibilizar uma papa vitaminada em quantidades moderadas.
Não deve dar alimentos muito doces, salgados nem gordurosos ao seu periquito.
Deve estar sempre disponível um recipiente com água limpa.

Reprodução
Os periquitos são muito fáceis de reproduzir. As aves atingem a maturidade sexual aos 6 meses de idade e os machos distinguem-se pela região azul situada acima do bico (que se designa cera e é acastanhada nas fêmeas). Não é necessário dispor duma gaiola muito grande para que um casal se reproduza. Apenas é preciso colocar uma caixa com 15 x 15 x 20 cm onde as aves possam pōr os ovos. Não há construção de ninho. Cada postura é constituída por 4 a 6 ovos, que a fêmea incuba durante 18 dias. Após a eclosão, as crias são alimentadas por ambos os progenitores durante quatro semanas, altura em que a plumagem se completa. As crias permanecem dependentes dos pais durante mais uma semana após a saída do ninho. A plumagem definitiva só é adquirida aos 4 meses.©

Papagaio


Os papagaios são aves sociáveis e muito inteligentes. Podem ser mantidos em grupos, em casais ou isoladamente. Neste último caso, estas aves tornam-se geralmente muito dóceis e estabelecem laços profundos com um dos elementos da família. Há várias espécies destas aves disponíveis no comércio de animais de estimação. As mais difundidas incluem o Papagaio Cinzento Africano e os Papagaios da Amazónia (diversas espécies, caracterizadas por uma plumagem em que predomina a cor verde). São animais de estimação bastante longevos (o Papagaio Cinzento Africano pode ultrapassar os 50 anos e alguns Amazonas atingem a idade de 80 anos) e que exigem bastante tempo e dedicação dos donos.

Alojamento e manutenção
Apesar de poderem ser mantidos em aviários exteriores de grandes dimensões, a maioria dos papagaios que vivem como animais de companhia são alojados numa gaiola. Um poleiro não constitui um alojamento desejável para nenhuma ave, quer por constituir um ambiente extremamente pouco estimulante, que apenas permite à ave deslocar-se lateralmente, quer por conduzir, frequentemente, ao aparecimento de lesões nas patas, quando as aves tentam voar e acabam por ficar penduradas pela corrente. Os papagaios têm bicos e patas adaptados para trepar e as grades duma gaiola permitem-lhes manifestar esse comportamento natural. A gaiola deve ser colocada num canto da casa, de modo que a ave se sinta mais segura. Deve ser resistente, porque são animais muito destruidores. No mínimo, as dimensões da gaiola devem permitir que o papagaio abra e bata as asas sem embater contra nenhuma das paredes. Os poleiros (em número igual ou superior a 2) devem ser de madeira e possuir diāmetros e orientações variadas, de modo a simular os troncos duma árvore. Os ramos de árvores de fruto (não tratados com pesticidas) proporcionam bons poleiros para estas aves.
Por serem muito inteligentes, os papagaios beneficiam da presença de brinquedos na gaiola. Não necessitam ser muito elaborados (ex. uma caixa de cartão ou um carrinho de linhas em madeira suportado por um arame), mas têm de ser resistentes para que a ave não se magoe ao destrui-los. Não deve cair na tentação de fornecer demasiados brinquedos ao seu papagaio, porque a gaiola poderá ficar excessivamente cheia.
O comedouro e o bebedouro podem ser colocados em extremos opostos da gaiola, de modo a estimular o exercício.
A maioria destas aves gosta de ter uma caixa ou ninho onde possa refugiar-se.
Deve deixar o seu papagaio sair da gaiola regularmente e estabelecer contacto com ele. Os papagaios gostam de ser acarinhados e de explorar o ambiente. Também recomendamos que banhe a sua ave regularmente, utilizando um borrifador de plantas, por exemplo. O banho diário é vital para a saúde da plumagem, em especial durante o período da muda.

Alimentação
A maioria das doenças dos papagaios mantidos em cativeiro são consequência de erros alimentares graves. Do ponto de vista nutricional, o ideal é o fornecimento duma ração granulada completa. No entanto, é uma dieta pouco estimulante para animais tão inteligentes. Outra hipótese consiste no fornecimento duma mistura de sementes destinada a estas aves, suplementada com frutos secos (ex. nozes e avelãs), fruta (qualquer fruto, excepto a pêra abacate, que é muito tóxica) e vegetais (com excepção da couve-flor). Deve verificar se o seu papagaio não selecciona apenas um ou dois tipos de alimento. Se assim for, reduza a proporção desses alimentos para que a ave seja forçada a experimentar os outros. Se se tratar duma ave curiosa, pode dar-lhe fruta inteira, nozes com casca ou pinhas inteiras para que se entretenha enquanto se alimenta. Por outro lado, as aves mais selectivas beneficiam do fornecimento duma mistura de sementes, fruta e vegetais cortados, para reduzir a capacidade de selecção. Os alimentos frescos devem ser lavados, escorridos e fornecidos à temperatura ambiente. Se não forem consumidos, devem ser removidos da gaiola antes que se estraguem. As sementes e frutos secos não devem apresentar sinais de bolor. Alguns papagaios apreciam batata cozida ou massa. Outros até gostam de alimentos mais elaborados. No entanto, nunca dê ao seu papagaio alimentos salgados, gordurosos nem doces, porque podem estar na origem de problemas de pele graves.

Reprodução
Os papagaios atingem a maturidade sexual pelos 4 – 6 anos de idade. A reprodução destas aves não é simples e só deve ser efectuada por pessoas especializadas.©
(Topo)

Caturra


A caturra é uma ave originária da Austrália, que tem vindo a ganhar popularidade nos últimos anos. É dócil, muito sociável e, embora não seja conhecida pelas suas capacidades vocais, alguns exemplares conseguem imitar pequenas palavras (especialmente os machos). A esperança de vida duma caturra é de cerca de 10 anos, mas algumas aves podem atingir a idade de 30 anos!

Alojamento e manutenção
As caturras são aves podem ser mantidas em casais ou em bandos. Podem, inclusivamente, ser alojadas com aves de menor porte, porque, em geral, não são agressivas. É possível manter uma caturra isoladamente, desde que lhe dedique muita atenção e possibilidade de contacto físico. As aves que são manipuladas desde jovens tornam-se extremamente dóceis. Também se adaptam à vida no exterior, desde que disponham duma caixa onde se possam abrigar durante as noites frias de Inverno. As gaiolas e aviários devem ser resistentes, porque apesar de não serem muito grandes, as caturras conseguem ser bastante destruidoras.
A gaiola deve ser suficientemente alta para que a ave não danifique a poupa nem as longas penas da cauda.
Os poleiros, em número mínimo de dois, devem ser de madeira (de preferência, ramos de árvore de fruto, com diāmetros variados) e dispostos com orientações diversas.
Uma vez domesticada, pode deixar a sua caturra sair da gaiola regularmente. O veterinário da sua ave pode ensiná-lo a cortar as penas das asas, para limitar a capacidade de voo, reduzindo a ocorrência de acidentes.
Não deve deixar de possibilitar um duche diário à sua caturra, o que pode ser feito com um borrifador de plantas.

Alimentação
Uma mistura de sementes para periquitos constitui uma boa dieta de base para uma caturra. Deverá complementá-la com fruta e vegetais frescos, devidamente lavados e escorridos. Nas alturas mais exigentes (que correspondem à época de reprodução e mudança da plumagem), pode proceder a suplementação com uma papa vitaminada.
Por fim, deve disponibilizar sempre um suplemento de cálcio, sob a forma dum casco de choco.

Reprodução
As caturras atingem a maturidade sexual entre os 6 e os 12 meses. A reprodução destas aves não é muito complexa. Deve colocar uma caixa com 38 x 25 x 25 cm (com uma abertura com cerca de 8 cm) onde o casal construa o ninho. A fêmea põe, em média, 4 a 6 ovos, que são incubados durante 18 a 21 dias. As crias são alimentadas por ambos os progenitores e a plumagem é adquirida entre as 4 e 5 semanas de vida. As pequenas caturras tornam-se independentes com a idade de 7 a 8 semanas.©
(Topo)

 

© 2004 Grupo MegaGlobal. Todos os direitos reservados.

PESQUISA